Clube da Venda Coberta https://blog.clubedavendacoberta.com.br/ My WordPress Blog Fri, 13 Mar 2026 17:49:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Como a Venda Coberta pode aumentar a renda do Holder. https://blog.clubedavendacoberta.com.br/como-a-venda-coberta-pode-aumentar-a-renda-do-holder/ https://blog.clubedavendacoberta.com.br/como-a-venda-coberta-pode-aumentar-a-renda-do-holder/#respond Fri, 13 Mar 2026 17:49:34 +0000 https://blog.clubedavendacoberta.com.br/?p=152 Ter maior renda para poder comprar mais ações é o objetivo do holder. O que é venda coberta? Imagine que você tem 100 ações da VALE3 na sua carteira, cotadas a R$ 80,00. A venda coberta funciona assim: Por que fazer venda coberta? ✅ Vantagens ⚠️ Desvantagens Passo 1: Quantas opções posso vender? A regra é simples: 100 ações […]

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Ter maior renda para poder comprar mais ações é o objetivo do holder.

O que é venda coberta?

Imagine que você tem 100 ações da VALE3 na sua carteira, cotadas a R$ 80,00. A venda coberta funciona assim:

  1. Você vende um contrato (opções de compra) que te colocam na obrigação de entregar VALE3 por R$ 88,00.
  2. Em troca, você recebe um dinheiro (chamado de prêmio)
  3. A pessoa que comprou a opção tem o direito de comprar suas ações por R$ 88,00 até uma data específica.

Por que fazer venda coberta?

✅ Vantagens

  • Renda extra: recebe dinheiro das ações que já possui
  • Estratégia simples: fácil de entender e executar
  • Funciona em mercado lateral: ganha mesmo quando a ação não sobe muito

⚠ Desvantagens

  • Limita ganhos: se a ação disparar muito, você pode perder parte da alta
  • Risco de entregar as ações: pode ser obrigado a vender suas ações

Passo 1: Quantas opções posso vender?

A regra é simples: 100 ações = 100 opções

Exemplos práticos:

  • Tem 100 ações? Pode vender 100 opções
  • Tem 500 ações? Pode vender até 500 opções
  • Tem 150 ações? Pode vender 100 opções (os lotes são de 100)

Dica importante: só venda opções das ações que você realmente possui. Por isso se chama “venda coberta”.


Passo 2: Qual prazo escolher?

Eu abro vendas entre 5 a 8 semanas até o vencimento.

Por quê?

  • Muito curto (1-2 semanas): pouco prêmio
  • Muito longo (3+ meses): difícil de gerenciar
  • 5-8 semanas: equilibra prêmio e facilidade de gestão

Exemplo: se hoje é março, escolha vencimento em abril ou maio.


Passo 3: Como escolher o preço de venda (strike)?

Aqui está uma decisão de suma importância.

Ao longo de 2 décadas fazendo venda coberta, sempre enxerguei a dificuldade em avaliar o strike (preço de exercício) ideal para se posicionar uma venda.

Pensando nisso, criei o IVC (Indicador de Venda Coberta) que avalia o Risco x Retorno de uma venda.

Para te auxiliar na escolha do strike a ser vendido, entre em www.clubedavendacoberta.com.br, escolha o seu ativo, o vencimento e observe o MAIOR IVC (pode ser negativo, não há problema).

O maior IVC tem a melhor relação Risco x Retorno


Fiz a venda, e depois?

Cenário 1: A ação não chegou no strike ✅

  • A opção expira sem valor
  • Você fica com todo o prêmio
  • Suas ações continuam com você
  • Pode fazer uma nova venda coberta

Cenário 2: A ação passou do strike ⚠

Você tem duas opções:

Opção A: Entregar as ações

  • Vende suas ações pelo preço do strike
  • Fica com o prêmio recebido
  • Não participa de mais alta da ação

Opção B: Recomprar a opção

  • Compra de volta a opção (geralmente mais cara)
  • Mantém suas ações
  • Pode ter prejuízo na operação de opções

Exemplo prático completo

Você tem 200 ações da BBAS3 cotadas em R$ 24,20 cada

Passo 1: Quantas opções?

200 ações ÷ 100 = 200 opções

Passo 2: Qual vencimento?

Hoje é março, escolhe vencimento em abril (5 semanas)

Passo 3: Qual strike?

Utilizando o maior IVC, a venda seria na D270, strike R$ 26,77

Passo 4: Execução

  • Vende 200 opções BBAS3 por R$ 0,23
  • Recebe R$ 46,00 (R$ 0,23 × 200 opções)

Dicas importantes para iniciantes

✅ Faça

  • Comece pequeno: teste com 100 opções primeiro
  • Reinvista o prêmio: compre mais ações para crescer a carteira

❌ Não faça

  • Não venda descoberto: só venda se tiver as ações
  • Não seja ganancioso: prêmios muito altos têm riscos altos
  • Não ignore o risco: pode perder suas ações na alta
  • Não opere sem conhecimento: estude antes de começar

Perguntas frequentes sobre venda coberta

1. Qual a diferença para dividendos?

Nenhuma. Dividendos são pagos pela empresa. Na venda coberta, você vende opções e as ações continuam sendo suas, se não for exercido.

2. Preciso de muito dinheiro para começar?

Não. Com 100 ações de uma empresa (ex.: 100 ITSA4, cerca de R$ 1.000), já dá para começar.

3. E se eu não quiser entregar as ações?

Você pode recomprar a opção antes do vencimento, mas pode sair mais caro que o prêmio recebido.


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Medo de comprar na alta: por que isso destrói a carteira do holder https://blog.clubedavendacoberta.com.br/medo-de-comprar-na-alta-por-que-isso-destroi-a-carteira-do-holder/ https://blog.clubedavendacoberta.com.br/medo-de-comprar-na-alta-por-que-isso-destroi-a-carteira-do-holder/#respond Thu, 26 Feb 2026 22:08:32 +0000 https://blog.clubedavendacoberta.com.br/?p=149 O maior “cemitério” dos holders não é a bolsa. É a sala de espera de quem quer uma excelente empresa a “preço de banana”. Sim: a frase “compre barato e venda caro” é bonita. Na prática, para o investidor de longo prazo, o hábito de não comprar quando o preço está subindo pode te fazer perder as melhores altas […]

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O maior “cemitério” dos holders não é a bolsa. É a sala de espera de quem quer uma excelente empresa a “preço de banana”.

Sim: a frase “compre barato e venda caro” é bonita. Na prática, para o investidor de longo prazo, o hábito de não comprar quando o preço está subindo pode te fazer perder as melhores altas da vida — e ainda te dar a sensação de que você foi “esperto”.

Neste artigo, vou te mostrar por que o medo de comprar na alta atrapalha, quais vieses estão por trás disso e qual é a alternativa mais racional para holders.


Por que “não compro na alta” parece inteligente — mas geralmente não é

A lógica mental costuma ser:

  • “Subiu demais, agora está caro.”
  • “Vou esperar cair um pouco e aí compro.”
  • “Não vou pagar R$ 0,50 a mais.”

O problema é que você pode ficar fora de uma alta de 500% (ou mais) por não aceitar pagar um pouco acima do seu “preço ideal”.

E tem um ponto simples que muita gente ignora:

Empresa boa com lucro crescente tende a ter preço crescente.

Então, se você só compra “quando está barato”, você corre o risco de passar anos sem comprar as melhores empresas, porque elas passam anos… subindo.


Ancoragem de preço: o viés que faz você pagar mais caro (achando que pagou barato)

Isso tem nome: ancoragem de preço.

Você não está avaliando a empresa; você está comparando o preço atual com um preço antigo que virou sua “referência”:

  • “Na pandemia estava X.”
  • “Antes estava Y.”
  • “Se voltar para Z, eu compro.”

Na prática, essa ancoragem faz uma coisa perversa:

Você deixa de comprar em R$ 8, não compra em R$ 10, não compra em R$ 12… e quando finalmente “cai”, você compra em R$ 28 achando que fez um excelente negócio porque “estava em R$ 35”.

Ou seja: você paga mais que o triplo do que poderia ter pago — e ainda sai contando vantagem.


Quem decide só por preço não compra valor (compra esperança)

Se você está olhando apenas:

  • “Subiu muito”
  • “Caiu muito”
  • “Está barato porque era mais caro”

…você está, no fundo, apostando em narrativa e em reversão, não em fundamento.

Moral: quem compra só “porque caiu” pode até acertar, mas a sorte vira parte grande da estratégia — e isso é péssimo para longo prazo.


Seu cérebro olha curto prazo com microscópio (e isso distorce tudo)

Outro erro: nossa referência mental é de curtíssimo prazo.

Movimentos de 100%–200% parecem “absurdos”. Só que, quando você coloca o gráfico em 10 ou 20 anos, esses movimentos viram ondinhas.

Ao invés de pensar “subiu muito no curto prazo”. Pergunte:

A empresa continua aumentando lucro, mantendo qualidade e sobrevivendo bem?

Se sim, aquele “topo” de hoje frequentemente vira “preço baixo” no futuro.


“Tá caro pelo P/L”: cuidado com a meia-verdade

Existem empresas que, pela característica do negócio, costumam negociar com múltiplos mais altos por anos (ex.: crescimento, previsibilidade, reinvestimento eficiente). Isso não impede que entreguem retornos enormes.

Ao mesmo tempo, um papel pode cair e continuar “não barato” em múltiplos — ou seja, cair no preço não significa virar pechincha.

Regra prática: P/L é um indicador, não uma decisão.


O erro final: esperar “o crash” para entrar pesado

Esperar o crash é uma versão turbo da ancoragem:

  • “Quando cair muito, eu entro com tudo.”

O que acontece na vida real:

  1. O papel sobe e você fica de fora.
  2. Você pega “birra” (“agora não compro mais”).
  3. Migra para outro ativo só porque o preço absoluto parece menor (ex.: “R$ 6 é mais barato que R$ 70”), o que é um erro clássico.
  4. A carteira sofre.

Preço absoluto (R$ 6 vs R$ 70) não diz nada sobre estar caro ou barato.


A estratégia que funciona

1) Pare de tentar “acertar o preço”

Se você não vive disso e não tem histórico/profissão para valuation, a chance de consistência é baixa.

2) Compre boas empresas com recorrência (aporte mensal)

A ideia é simples:

  • Compre todos os meses
  • Reduz o peso do “topo”
  • Aumenta a disciplina
  • Diminui decisões emocionais

3) Olhe lucro e fundamento, não só o gráfico

Preço é consequência. No longo prazo, o motor é:

  • lucro
  • geração de caixa
  • qualidade do negócio
  • resiliência

4) Diversifique (porque você vai errar)

Diversificação:

  • limita o dano quando você errar
  • reduz a chance de uma decisão emocional destruir sua carteira

Conclusão: “não comprar na alta” pode custar caro

O medo de comprar na alta normalmente não é prudência — é ancoragem, curto prazismo e emoção disfarçada de racionalidade.

Se você é holder:

  • aceite que boas empresas sobem
  • faça aportes recorrentes
  • pare de esperar o “preço perfeito”

No futuro, o preço de hoje tende a virar miúdo no gráfico.

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Planilha de controle de Ações e Opções https://blog.clubedavendacoberta.com.br/planilha-de-controle-de-acoes-e-opcoes/ https://blog.clubedavendacoberta.com.br/planilha-de-controle-de-acoes-e-opcoes/#respond Mon, 23 Feb 2026 20:18:51 +0000 https://blog.clubedavendacoberta.com.br/?p=140 Controle a sua carteira de ações, dividendos, vendas cobertas e de PUT A planilha de controle de ações e opções do Clube da Venda Coberta já está disponível gratuitamente para download. Desenvolvida e aprimorada ao longo de quase duas décadas, ela tem interface simplificada e é voltada para o investidor Buy and Hold que utiliza Venda Coberta […]

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Controle a sua carteira de ações, dividendos, vendas cobertas e de PUT

A planilha de controle de ações e opções do Clube da Venda Coberta já está disponível gratuitamente para download.

Desenvolvida e aprimorada ao longo de quase duas décadas, ela tem interface simplificada e é voltada para o investidor Buy and Hold que utiliza Venda Coberta e Venda de Put para rentabilizar a carteira ou acumular mais ações.

No entanto, atenção: A planilha foi construída para o ser utilizada com o Office 365.

Como começar: Passo-a-Passo Obrigatório

  1. Primeiramente, faça o download do arquivo.
  2. Vá na pasta onde salvou, clique com o botão direito no arquivo > Propriedades > marque a caixa Desbloquear > OK.
  3. Logo após, abra o arquivo e clique em Habilitar Conteúdo para que as macros funcionem
  4. Por fim, caso apareça alguma mensagem de erro inicial, clique em “Sim” e feche, não afeta o funcionamento.

Principais Funcionalidades (Por Aba)

  • Compras, Vendas e Proventos: Registre suas movimentações de Ações e FIIs. Assim, a planilha calcula automaticamente o Dividend Yield da operação e o dividendo por ação.
  • Venda Coberta e Venda de Put: Registre as montagens e desmontagens de opções. Assim, a planilha já calcula a distância para a alta, remuneração bruta, Imposto de Renda e o resultado líquido final da operação.
  • Operações Abertas: Um painel rápido. Sendo assim, ele filtra e exibe apenas as opções que você ainda não encerrou.
  • Carteira: Resumo do seu patrimônio. Por exemplo, mostra quantidade, valor investido e representatividade percentual de cada ativo em gráfico. Possui atualização automática de cotações (com delay de 15 min) clicando no botão “Atualizar Carteira”.
  • Resultados de Ativos: Avalia a eficiência da sua estratégia. Calcula o seu Preço Médio Ajustado, abatendo do seu preço de compra original todos os dividendos recebidos e os resultados (lucros/prejuízos) das opções.
  • Renda Anual: Histórico acumulado da sua geração de renda, separando FIIs, ações, venda de put e venda coberta (dentro e fora do dinheiro).
  • Simulação (Operação de Taxa): Insira a cotação, strike, prêmio e datas. A planilha calcula na hora o Break-even, proteção máxima e a taxa ao mês. Principalmente, inclui um gráfico interativo mostrando exatamente o limite de lucro e perda da estrutura.

Assista ao vídeo da planilha de controle de ações e opções no topo da página para ver o tutorial completo de preenchimento. Dúvidas ou sugestões? Junte-se ao nosso Grupo do Telegram

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Os Erros que Todo HOLDER comete. https://blog.clubedavendacoberta.com.br/os-erros-que-todo-holder-comete/ https://blog.clubedavendacoberta.com.br/os-erros-que-todo-holder-comete/#respond Mon, 16 Feb 2026 14:08:32 +0000 https://blog.clubedavendacoberta.com.br/?p=100 Embora pareçam simples, esses erros custam caro à carteira do investidor. Completei 20 anos como holder e, se eu pudesse voltar no tempo, teria evitado erros que parecem pequenos, mas que cobram muito caro no longo prazo. E não por escolher uma ação X ou errar o timing, mas por repetir decisões baseadas em conceitos errados. No vídeo, […]

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Embora pareçam simples, esses erros custam caro à carteira do investidor.

Completei 20 anos como holder e, se eu pudesse voltar no tempo, teria evitado erros que parecem pequenos, mas que cobram muito caro no longo prazo. E não por escolher uma ação X ou errar o timing, mas por repetir decisões baseadas em conceitos errados.

No vídeo, eu explico a base do buy and hold: eu compro participação societária, foco em fundamentos (não em preço), reinvisto dividendos e só considero vender se o fundamento mudar. O curto prazo é muito mais fluxo (entrada/saída de dinheiro) do que fundamento; e cedo ou tarde o preço encontra o valor. E é justamente por isso que o holder precisa de tempo, do longo prazo.

Mas, principalmente, o foco é nos erros e deslizes que mais destroem uma carteira, sempre com exemplos reais e com a sugestão de como se evitar esses erros: 

  1. investir dinheiro que posso precisar no curto prazo (sem reserva de emergência e sem fontes alternativas de renda)
  2. confundir holder com teimosia (virar “refém” do preço e esperar “voltar no topo” ou no preço médio)
  3. aumentar posição só porque caiu (sem separar queda por fluxo de queda por deterioração real)
  4. rebalancear errado vendendo o que está indo bem para comprar o que “barateou”
  5. comprar por dica/notícia sem entender o que está fazendo
  6. Exagerar na diversificação, colocando empresa demais na carteira e perdendo capacidade de acompanhar o que importa.
  7. A fixação pelo maldito Preço Médio

E o que considero a maior armadilha mental do holder: a maldição do preço médio.

Para quem investe de verdade no longo prazo, preço médio é só dado histórico. O que interessa é resultado da empresa, dividendos, reinvestimento e consistência.

Isso porque, por experiência própria, com décadas de acúmulo, os dividendos tendem levar a zero o preço médio das ações.

Também mostro prints e números da minha própria experiência para provar a tese: quando eu paro de olhar para a oscilação e me mantenho fiel aos fundamentos, os juros compostos e os proventos fazem o trabalho — e vender por preço, por ansiedade ou por método errado é exatamente o que mais limita o potencial da carteira.

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Indicador de Venda Coberta. https://blog.clubedavendacoberta.com.br/tudo-o-que-o-vendedor-coberto-precisa/ https://blog.clubedavendacoberta.com.br/tudo-o-que-o-vendedor-coberto-precisa/#respond Sun, 15 Feb 2026 12:51:55 +0000 https://blog.clubedavendacoberta.com.br/?p=74 O Indicador que mostra a relação Risco x Retorno das opções. Existe um jeito bem mais simples de parar de “chutar” na hora de fazer venda coberta. Sabe aquela dúvida clássica: vendo nessa série ou na próxima? Vendo mais perto do preço da ação pra ganhar mais prêmio, ou mais longe pra reduzir o risco? O […]

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O Indicador que mostra a relação Risco x Retorno das opções.

Existe um jeito bem mais simples de parar de “chutar” na hora de fazer venda coberta. Sabe aquela dúvida clássica: vendo nessa série ou na próxima? Vendo mais perto do preço da ação pra ganhar mais prêmio, ou mais longe pra reduzir o risco?

O problema é que muita gente usa regra fixa (tipo “sempre 7% acima”) e isso simplesmente não acompanha o mercado. Principalmente quando a volatilidade implícita muda bastante de um mês pro outro.

Foi daí que nasceu o IVC (Indicador de Venda Coberta). A ideia é ter um número que nos ajude a enxergar, de forma rápida, qual o risco/retorno de cada strike.

O IVC leva em conta coisas que realmente pesam na venda coberta: tempo até o vencimento, distância do strike para o ativo, se o prêmio compensa esse risco e como tudo isso conversa com a volatilidade implícita.

No site clubedavendacoberta.com.br, que é gratuito e focado em opções, você encontra o IVC de todos os strikes em uma grade de opções com todas as informações que você busca.

Lá dá pra filtrar ativo, vencimento e faixa de strike, ver dados como preço, distância, volume e gregas — e tem um ponto que eu considero bem útil: o valor extrínseco e o valor extrínseco em %, que ajudam bastante quando a ideia é olhar a operação com cabeça de “taxa”. Também dá pra exportar pro Excel e usar uma calculadora de Black-Scholes direto na tela.

Importante: que fique bem claro que o IVC não é mágica. Ele é uma baliza pra entender o mercado e comparar riscos de forma mais padronizada. E eu bato na tecla da liquidez: opção com pouco negócio pode distorcer preço e volatilidade, então é sempre bom conferir no home broker. No fim, o objetivo é esse: me dar mais clareza e consistência pra escolher a venda coberta do jeito certo, de acordo com o cenário e com o meu perfil.

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